Artigos por tema: Observação de Aves

O fenómeno vulcânico do Algar do Carvão situa-se no coração da maravilhosa Ilha Terceira, Arquipélago dos Açores, no interior da Caldeira Guilherme Moniz.

O Algar do Carvão situa-se no interior de um vulcão adormecido, constituído por um cone vulcânico com cerca de 90 metros de altura, contendo no seu interior também uma lindíssima lagoa de águas cristalinas e tranquilas a cerca de 100 metros de profundidade.

O Algar do Carvão terá tido origem na grande erupção do Pico Alto que lançou lava a grande distância. Posteriormente, uma outra erupção basáltica iniciou o processo da formação de um outro vulcão, o Pico do Carvão. Numa primeira fase, formou-se a zona da bonita lagoa e as duas abóbadas sobre ela, e só numa fase sinal, aquando das descidas mais profundas do magma, se formou o Algar.

Os derrames de lava muito efusiva, produziram rios de lava ácida muito fluidas que carbonizaram vegetação existente.

O acesso ao Algar do Carvão está hoje facilitado, com a construção de escadarias no seu interior, que permitem uma mais cómoda visualização deste fenómeno natural, onde é possível observar o trajecto percorrido pelo rio de lava, e as curiosas estalactites e estalagmites vulcânicas.

Também é conhecido por Ilhéu da Gadelha e fica a pouco mais de 100 m da costa noroeste da ilha, apresenta uma forma arredondada maciça e é particularmente revestido por vegetação e muito frequentado por aves marinhas das quais se destaca em maior quantidade as gaivotas de patas amarelas (Laurus michahellis atlantis).

Este Ilhéu assume uma forte presença visual, complementando e enriquecendo a perspetiva obtida a partir da Ponta do Albarnaz que lhe fica a Norte.

Em Flores

Os Açores são conhecidos internacionalmente como destino para a observação de determinados grupos de espécies de aves. Devido à sua posição central no Oceano Atlântico, é possível observar várias espécies migratórias que ocorrem ocasionalmente nos Açores por desvios migratórios provocados principalmente por intempéries. É possível ainda observar aves marinhas que nidificam nos Açores e espécies e subespécies endémicas

Para além do Priolo (Pyrrhula murina), uma das aves mais raras da Europa e endémica de uma pequena zona da Ilha de São Miguel, e do Painho-de-monteiro (Oceanodroma monteiroi), uma das aves marinhas mais raras da Europa e endémica dos ilhéus da ilha Graciosa, destacam-se o Canário-da-terra (Serinus canaria), espécie exclusiva da macaronésia, e diversas subespécies endémicas como o Tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), a Estrelinha (Regulus regulus azoricus, R. r. sanctaemariae, R. r. inermis), o Pombo-torcaz (Columba palumbus azorica), e o Milhafre (Buteo buteo rothschildi).

Os Açores têm também as populações de nidificação mais importantes a nível mundial de cagarros (Calonectris diomedia borealis), e Garajau-rosado (Sterna dougallii).

Na sua totalidade o arquipélago tem aproximadamente trinta espécies nidificantes.  O número de espécies ocasionais já observadas e registadas no Arquipélago aproxima-se dos 400, entre elas algumas extremamente raras e debutantes para o Paleárctico ocidental.

Em todas as ilhas se pode praticar observação de aves, sendo de destacar a ilha de São Miguel e Graciosa para a observação das espécies endémicas, para a ilha Terceira para a observação de gaivotas e limícolas de origem Neártica e Paleártica, e as ilhas das Flores e Corvo, para a observação de passeriformes americanos, para além das outras espécies já referidas.

Em Açores

Os Açores são conhecidos internacionalmente como destino para a observação de determinados grupos de espécies de aves. Devido à sua posição central no Oceano Atlântico, é possível observar várias espécies migratórias que ocorrem ocasionalmente nos Açores por desvios migratórios provocados principalmente por intempéries. É possível ainda observar aves marinhas que nidificam nos Açores e espécies e subespécies endémicas

Para além do Priolo (Pyrrhula murina), uma das aves mais raras da Europa e endémica de uma pequena zona da Ilha de São Miguel, e do Painho-de-monteiro (Oceanodroma monteiroi), uma das aves marinhas mais raras da Europa e endémica dos ilhéus da ilha Graciosa, destacam-se o Canário-da-terra (Serinus canaria), espécie exclusiva da macaronésia, e diversas subespécies endémicas como o Tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), a Estrelinha (Regulus regulus azoricus, R. r. sanctaemariae, R. r. inermis), o Pombo-torcaz (Columba palumbus azorica), e o Milhafre (Buteo buteo rothschildi).

Os Açores têm também as populações de nidificação mais importantes a nível mundial de cagarros (Calonectris diomedia borealis), e Garajau-rosado (Sterna dougallii).

Na sua totalidade o arquipélago tem aproximadamente trinta espécies nidificantes.  O número de espécies ocasionais já observadas e registadas no Arquipélago aproxima-se dos 400, entre elas algumas extremamente raras e debutantes para o Paleárctico ocidental.

Em todas as ilhas se pode praticar observação de aves, sendo de destacar a ilha de São Miguel e Graciosa para a observação das espécies endémicas, para a ilha Terceira para a observação de gaivotas e limícolas de origem Neártica e Paleártica, e as ilhas das Flores e Corvo, para a observação de passeriformes americanos, para além das outras espécies já referidas.

Os Açores são conhecidos internacionalmente como destino para a observação de determinados grupos de espécies de aves. Devido à sua posição central no Oceano Atlântico, é possível observar várias espécies migratórias que ocorrem ocasionalmente nos Açores por desvios migratórios provocados principalmente por intempéries. É possível ainda observar aves marinhas que nidificam nos Açores e espécies e subespécies endémicas

Para além do Priolo (Pyrrhula murina), uma das aves mais raras da Europa e endémica de uma pequena zona da Ilha de São Miguel, e do Painho-de-monteiro (Oceanodroma monteiroi), uma das aves marinhas mais raras da Europa e endémica dos ilhéus da ilha Graciosa, destacam-se o Canário-da-terra (Serinus canaria), espécie exclusiva da macaronésia, e diversas subespécies endémicas como o Tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), a Estrelinha (Regulus regulus azoricus, R. r. sanctaemariae, R. r. inermis), o Pombo-torcaz (Columba palumbus azorica), e o Milhafre (Buteo buteo rothschildi).

Os Açores têm também as populações de nidificação mais importantes a nível mundial de cagarros (Calonectris diomedia borealis), e Garajau-rosado (Sterna dougallii).

Na sua totalidade o arquipélago tem aproximadamente trinta espécies nidificantes.  O número de espécies ocasionais já observadas e registadas no Arquipélago aproxima-se dos 400, entre elas algumas extremamente raras e debutantes para o Paleárctico ocidental.

Em todas as ilhas se pode praticar observação de aves, sendo de destacar a ilha de São Miguel e Graciosa para a observação das espécies endémicas, para a ilha Terceira para a observação de gaivotas e limícolas de origem Neártica e Paleártica, e as ilhas das Flores e Corvo, para a observação de passeriformes americanos, para além das outras espécies já referidas.

Os Açores são conhecidos internacionalmente como destino para a observação de determinados grupos de espécies de aves. Devido à sua posição central no Oceano Atlântico, é possível observar várias espécies migratórias que ocorrem ocasionalmente nos Açores por desvios migratórios provocados principalmente por intempéries. É possível ainda observar aves marinhas que nidificam nos Açores e espécies e subespécies endémicas

Para além do Priolo (Pyrrhula murina), uma das aves mais raras da Europa e endémica de uma pequena zona da Ilha de São Miguel, e do Painho-de-monteiro (Oceanodroma monteiroi), uma das aves marinhas mais raras da Europa e endémica dos ilhéus da ilha Graciosa, destacam-se o Canário-da-terra (Serinus canaria), espécie exclusiva da macaronésia, e diversas subespécies endémicas como o Tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), a Estrelinha (Regulus regulus azoricus, R. r. sanctaemariae, R. r. inermis), o Pombo-torcaz (Columba palumbus azorica), e o Milhafre (Buteo buteo rothschildi).

Os Açores têm também as populações de nidificação mais importantes a nível mundial de cagarros (Calonectris diomedia borealis), e Garajau-rosado (Sterna dougallii).

Na sua totalidade o arquipélago tem aproximadamente trinta espécies nidificantes.  O número de espécies ocasionais já observadas e registadas no Arquipélago aproxima-se dos 400, entre elas algumas extremamente raras e debutantes para o Paleárctico ocidental.

Em todas as ilhas se pode praticar observação de aves, sendo de destacar a ilha de São Miguel e Graciosa para a observação das espécies endémicas, para a ilha Terceira para a observação de gaivotas e limícolas de origem Neártica e Paleártica, e as ilhas das Flores e Corvo, para a observação de passeriformes americanos, para além das outras espécies já referidas.

Os Açores são conhecidos internacionalmente como destino para a observação de determinados grupos de espécies de aves. Devido à sua posição central no Oceano Atlântico, é possível observar várias espécies migratórias que ocorrem ocasionalmente nos Açores por desvios migratórios provocados principalmente por intempéries. É possível ainda observar aves marinhas que nidificam nos Açores e espécies e subespécies endémicas

Para além do Priolo (Pyrrhula murina), uma das aves mais raras da Europa e endémica de uma pequena zona da Ilha de São Miguel, e do Painho-de-monteiro (Oceanodroma monteiroi), uma das aves marinhas mais raras da Europa e endémica dos ilhéus da ilha Graciosa, destacam-se o Canário-da-terra (Serinus canaria), espécie exclusiva da macaronésia, e diversas subespécies endémicas como o Tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), a Estrelinha (Regulus regulus azoricus, R. r. sanctaemariae, R. r. inermis), o Pombo-torcaz (Columba palumbus azorica), e o Milhafre (Buteo buteo rothschildi).

Os Açores têm também as populações de nidificação mais importantes a nível mundial de cagarros (Calonectris diomedia borealis), e Garajau-rosado (Sterna dougallii).

Na sua totalidade o arquipélago tem aproximadamente trinta espécies nidificantes.  O número de espécies ocasionais já observadas e registadas no Arquipélago aproxima-se dos 400, entre elas algumas extremamente raras e debutantes para o Paleárctico ocidental.

Em todas as ilhas se pode praticar observação de aves, sendo de destacar a ilha de São Miguel e Graciosa para a observação das espécies endémicas, para a ilha Terceira para a observação de gaivotas e limícolas de origem Neártica e Paleártica, e as ilhas das Flores e Corvo, para a observação de passeriformes americanos, para além das outras espécies já referidas.

Em Pico

Os Açores são conhecidos internacionalmente como destino para a observação de determinados grupos de espécies de aves. Devido à sua posição central no Oceano Atlântico, é possível observar várias espécies migratórias que ocorrem ocasionalmente nos Açores por desvios migratórios provocados principalmente por intempéries. É possível ainda observar aves marinhas que nidificam nos Açores e espécies e subespécies endémicas

Para além do Priolo (Pyrrhula murina), uma das aves mais raras da Europa e endémica de uma pequena zona da Ilha de São Miguel, e do Painho-de-monteiro (Oceanodroma monteiroi), uma das aves marinhas mais raras da Europa e endémica dos ilhéus da ilha Graciosa, destacam-se o Canário-da-terra (Serinus canaria), espécie exclusiva da macaronésia, e diversas subespécies endémicas como o Tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), a Estrelinha (Regulus regulus azoricus, R. r. sanctaemariae, R. r. inermis), o Pombo-torcaz (Columba palumbus azorica), e o Milhafre (Buteo buteo rothschildi).

Os Açores têm também as populações de nidificação mais importantes a nível mundial de cagarros (Calonectris diomedia borealis), e Garajau-rosado (Sterna dougallii).

Na sua totalidade o arquipélago tem aproximadamente trinta espécies nidificantes.  O número de espécies ocasionais já observadas e registadas no Arquipélago aproxima-se dos 400, entre elas algumas extremamente raras e debutantes para o Paleárctico ocidental.

Em todas as ilhas se pode praticar observação de aves, sendo de destacar a ilha de São Miguel e Graciosa para a observação das espécies endémicas, para a ilha Terceira para a observação de gaivotas e limícolas de origem Neártica e Paleártica, e as ilhas das Flores e Corvo, para a observação de passeriformes americanos, para além das outras espécies já referidas.

Os Açores são conhecidos internacionalmente como destino para a observação de determinados grupos de espécies de aves. Devido à sua posição central no Oceano Atlântico, é possível observar várias espécies migratórias que ocorrem ocasionalmente nos Açores por desvios migratórios provocados principalmente por intempéries. É possível ainda observar aves marinhas que nidificam nos Açores e espécies e subespécies endémicas

Para além do Priolo (Pyrrhula murina), uma das aves mais raras da Europa e endémica de uma pequena zona da Ilha de São Miguel, e do Painho-de-monteiro (Oceanodroma monteiroi), uma das aves marinhas mais raras da Europa e endémica dos ilhéus da ilha Graciosa, destacam-se o Canário-da-terra (Serinus canaria), espécie exclusiva da macaronésia, e diversas subespécies endémicas como o Tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), a Estrelinha (Regulus regulus azoricus, R. r. sanctaemariae, R. r. inermis), o Pombo-torcaz (Columba palumbus azorica), e o Milhafre (Buteo buteo rothschildi).

Os Açores têm também as populações de nidificação mais importantes a nível mundial de cagarros (Calonectris diomedia borealis), e Garajau-rosado (Sterna dougallii).

Na sua totalidade o arquipélago tem aproximadamente trinta espécies nidificantes.  O número de espécies ocasionais já observadas e registadas no Arquipélago aproxima-se dos 400, entre elas algumas extremamente raras e debutantes para o Paleárctico ocidental.

Em todas as ilhas se pode praticar observação de aves, sendo de destacar a ilha de São Miguel e Graciosa para a observação das espécies endémicas, para a ilha Terceira para a observação de gaivotas e limícolas de origem Neártica e Paleártica, e as ilhas das Flores e Corvo, para a observação de passeriformes americanos, para além das outras espécies já referidas.

Em Flores

Os Açores são conhecidos internacionalmente como destino para a observação de determinados grupos de espécies de aves. Devido à sua posição central no Oceano Atlântico, é possível observar várias espécies migratórias que ocorrem ocasionalmente nos Açores por desvios migratórios provocados principalmente por intempéries. É possível ainda observar aves marinhas que nidificam nos Açores e espécies e subespécies endémicas

Para além do Priolo (Pyrrhula murina), uma das aves mais raras da Europa e endémica de uma pequena zona da Ilha de São Miguel, e do Painho-de-monteiro (Oceanodroma monteiroi), uma das aves marinhas mais raras da Europa e endémica dos ilhéus da ilha Graciosa, destacam-se o Canário-da-terra (Serinus canaria), espécie exclusiva da macaronésia, e diversas subespécies endémicas como o Tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), a Estrelinha (Regulus regulus azoricus, R. r. sanctaemariae, R. r. inermis), o Pombo-torcaz (Columba palumbus azorica), e o Milhafre (Buteo buteo rothschildi).

Os Açores têm também as populações de nidificação mais importantes a nível mundial de cagarros (Calonectris diomedia borealis), e Garajau-rosado (Sterna dougallii).

Na sua totalidade o arquipélago tem aproximadamente trinta espécies nidificantes.  O número de espécies ocasionais já observadas e registadas no Arquipélago aproxima-se dos 400, entre elas algumas extremamente raras e debutantes para o Paleárctico ocidental.

Em todas as ilhas se pode praticar observação de aves, sendo de destacar a ilha de São Miguel e Graciosa para a observação das espécies endémicas, para a ilha Terceira para a observação de gaivotas e limícolas de origem Neártica e Paleártica, e as ilhas das Flores e Corvo, para a observação de passeriformes americanos, para além das outras espécies já referidas.

Em Corvo
Pág. 1 de 2

Informação sobre Actividades

Um dos melhores destinos do mundo para...