Artigos por tema: Passeios Pedestres

O perfume europeu no meio do Atlântico solta nove fragrâncias distintas. O manto verde reveste-se de criptoméria, incenso, faia, vinha.

Cones vulcânicos espreguiçam-se em direcção ao céu. Grutas contam segredos da origem das ilhas. Lagoas repousam em vulcões adormecidos. Erguemos o olhar e vemos aves migratórias, na única paragem europeia que conhecem.

Os trilhos serpenteiam todo o arquipélago, revelando mistérios guardados para os caminhantes. Há falésias de cortar a respiração, fajãs à beira-mar que aconchegam, quedas de água para refrescar a alma.

Não é um sonho. São os trilhos dos Açores.

Em Faial

O perfume europeu no meio do Atlântico solta nove fragrâncias distintas. O manto verde reveste-se de criptoméria, incenso, faia, vinha.

Cones vulcânicos espreguiçam-se em direcção ao céu. Grutas contam segredos da origem das ilhas. Lagoas repousam em vulcões adormecidos. Erguemos o olhar e vemos aves migratórias, na única paragem europeia que conhecem.

Os trilhos serpenteiam todo o arquipélago, revelando mistérios guardados para os caminhantes. Há falésias de cortar a respiração, fajãs à beira-mar que aconchegam, quedas de água para refrescar a alma.

Não é um sonho. São os trilhos dos Açores.

Em Pico

O perfume europeu no meio do Atlântico solta nove fragrâncias distintas. O manto verde reveste-se de criptoméria, incenso, faia, vinha.

Cones vulcânicos espreguiçam-se em direcção ao céu. Grutas contam segredos da origem das ilhas. Lagoas repousam em vulcões adormecidos. Erguemos o olhar e vemos aves migratórias, na única paragem europeia que conhecem.

Os trilhos serpenteiam todo o arquipélago, revelando mistérios guardados para os caminhantes. Há falésias de cortar a respiração, fajãs à beira-mar que aconchegam, quedas de água para refrescar a alma.

Não é um sonho. São os trilhos dos Açores.

O perfume europeu no meio do Atlântico solta nove fragrâncias distintas. O manto verde reveste-se de criptoméria, incenso, faia, vinha.

Cones vulcânicos espreguiçam-se em direcção ao céu. Grutas contam segredos da origem das ilhas. Lagoas repousam em vulcões adormecidos. Erguemos o olhar e vemos aves migratórias, na única paragem europeia que conhecem.

Os trilhos serpenteiam todo o arquipélago, revelando mistérios guardados para os caminhantes. Há falésias de cortar a respiração, fajãs à beira-mar que aconchegam, quedas de água para refrescar a alma.

Não é um sonho. São os trilhos dos Açores.

O perfume europeu no meio do Atlântico solta nove fragrâncias distintas. O manto verde reveste-se de criptoméria, incenso, faia, vinha.

Cones vulcânicos espreguiçam-se em direcção ao céu. Grutas contam segredos da origem das ilhas. Lagoas repousam em vulcões adormecidos. Erguemos o olhar e vemos aves migratórias, na única paragem europeia que conhecem.

Os trilhos serpenteiam todo o arquipélago, revelando mistérios guardados para os caminhantes. Há falésias de cortar a respiração, fajãs à beira-mar que aconchegam, quedas de água para refrescar a alma.

Não é um sonho. São os trilhos dos Açores.

Em Flores

O perfume europeu no meio do Atlântico solta nove fragrâncias distintas. O manto verde reveste-se de criptoméria, incenso, faia, vinha.

Cones vulcânicos espreguiçam-se em direcção ao céu. Grutas contam segredos da origem das ilhas. Lagoas repousam em vulcões adormecidos. Erguemos o olhar e vemos aves migratórias, na única paragem europeia que conhecem.

Os trilhos serpenteiam todo o arquipélago, revelando mistérios guardados para os caminhantes. Há falésias de cortar a respiração, fajãs à beira-mar que aconchegam, quedas de água para refrescar a alma.

Não é um sonho. São os trilhos dos Açores.

Em Corvo

O Pico Alto é o local mais alto da Ilha de Santa Maria. Situado a cerca de 590 metros acima do nível do Mar, no terço oriental da Ilha, do Pico Alto tem-se um panorama de excelência por toda a Ilha chegando-se mesmo a avistar, em dias de bom tempo, a verdejante Ilha de São Miguel.

De facto, daqui se contempla a surpreendente diferença de paisagem que, num espaço físico de reduzidas dimensões, oscilam num dos lados com montes e densa vegetação, e no outro com uma costa árida de plano relevo.

Muitas vezes envolto por nuvens, dada a constante e intensa humidade, e o correr dos ventos a esta altitude, o Pico Alto tem comummente associada uma faceta mística, que encanta todos os visitantes.

No concelho das Lajes das Flores, freguesia do Mosteiro, existe uma majestosa formação geológica no Cabo Baixo das Casas conhecida por Rocha dos Bordões. Deve o nome à sua parecença com uma série de bordões de basalto alinhados na vertical.

É uma estrutura única nos Açores, que se caracteriza por colunas rochosas de grandes dimensões e de forma alongada, resultado do arrefecimento rápido e consequente solidificação de uma espessa camada de basalto dentro de um cone vulcânico. Após esse processo, a Natureza encarregou-se de erodir o exterior ao longo de milhares de anos, dando origem à formação apaixonante que se vê hoje em dia.

Nesta zona existem vários cursos de água que se juntam para alimentar uma queda de água magnificente. É um excelente local para os fotógrafos e amantes dos pequenos paraísos que a Natureza oferece. Na base da Rocha dos Bordões também se podem encontrar as Águas Quentes, pequenas caldeiras de água sulfurosa que encantam os fãs da vulcanologia.

Em Flores

Inserido no complexo vulcânico do Capelo, na Ponta dos Capelinhos, foi este o último vulcão com erupção, em 1957, sendo as suas consequências ainda hoje bem visíveis, uma delas o aumento do próprio território em cerca de 2,50km2 com a solidificação da lava que ficou acima do nível do mar.

A paisagem difere de toda a restante, e da própria imagem verdejante do Arquipélago Açoriano: aqui nota-se uma estranha beleza árida e vulcânica, que demonstra a todo o instante a grande força da natureza.

Este Vulcão foi único no mundo das Ciências Vulcanológicas, por ter sido fotografado, observado, estudado e interpretado desde o início até ao adormecimento. A actividade vulcânica manteve-se por 13 meses, iniciando-se a 27 de Setembro de 1957 e extinguindo-se somente a 24 de Outubro de 1958, no que se supõe ter sido uma sobreposição de duas erupções distintas, ocorrendo mais de duzentos abalos sísmicos antes de o vulcão entrar em erupção. Este facto foi muito prejudicial para o próprio desenvolvimento da Ilha, levando à forte emigração neste período e nos seguintes, mormente nas regiões do Capelo e Praia do Norte, onde campos de cultivo e pasto e habitações foram destruídas. A maioria da população emigrou, então, para os Estados Unidos da América, dado um protocolo de cooperação para com os refugiados.

Do Farol dos Capelinhos, onde se iniciou a erupção vulcânica, tem-se um belo panorama sobre toda a extensão do vulcão e a sua rara beleza. Aqui está agora o Centro Interpretativo que melhor explica este fenómeno e sua história, albergando uma ampla sala que simboliza uma erupção vulcânica, bem como outros espaços com exposições fixas e itinerantes sobre vulcanismo, e um auditório com capacidade para 60 pessoas.

A escalada ao Vulcão é um dos passeios mais deslumbrantes e únicos da Ilha do Faial, apresentando contudo algumas dificuldades e perigos, existindo para o efeito percursos predefinidos e serviços de guia oficiais.

Em Faial
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